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Proibida a venda e consumo de bebidas alcoólicas nos eventos oficiais da Igreja Católica.

Postado em 2 de janeiro de 2018 por

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*Fonte imagem : Proibida a venda e consumo de bebidas alcoólicas nos eventos oficiais da Igreja Católica.*


Douglas Nunes

Desde 2014 a Diocese de Palmas e Francisco Beltrão estuda em proibir a venda de bebida alcoólica nas festas oficiais da igreja. Um decreto elaborado ainda por Dom José Antonio Peruzzo, Bispo Antecessor de Dom Edgar contendo cinco artigos com dois parágrafos únicos estabelece a não comercialização e consumo de bebidas alcoólicas em eventos oficiais da Igreja Católica. Segundo o Padre Paulo Brich, Pároco da Paróquia São João Batista destacou que o pedido é uma exigência dos Bispos do Brasil: “… então há uns quatro ou cinco anos este decreta já foi oficializado ainda pelo Bispo Dom José e é uma exigência dos bispos do Brasil. Em muitas Dioceses do Brasil o álcool é proibido comercializar e consumir nos eventos promovidos pela Igreja Católica. Por exemplo, em Joinvile já há 20 anos, na Diocese de Guarapuava há 10 anos. E outras Dioceses do Brasil, norte, nordeste, sul, Sudeste há muito tempo é proibido…” Frisou o Padre Paulo.

Mas qual seria o motivo da Igreja do Brasil estar banindo o álcool de suas festas? O Padre Paulo também destacou o motivo: “… porque são muitas as pessoas que participam dessas promoções e se embriagam e assim tem conseqüências maléficas para si e para a comunidade, para a família, para a sociedade em geral. Nós já assistimos quantas mortes, quantas brigas, quantas pessoas que deram escândalos e coisas trágicas aconteceram. E por que as festas e promoções religiosas ofereciam bebidas? Antes por dois motivos: para atrair as pessoas para os eventos oferecendo a elas o que mais desejavam consumir e para lucrar também com a venda de bebidas alcoólicas. Mas todas as pessoas que participavam das festas se embriagavam nas festas se embriagavam? Nem todas. Mas uma ou outra se embriagavam e davam contra testemunho. Mas se as pessoas não consomem nas festas eles vão se embriagar em outros lugares vão comprar em outros lugares. É verdade, porém a igreja, a comunidade, o espaço, o lugar da vida por isso ela deve agir com coerência. O importante é que a igreja não ofereça, não venda e não crie ocasião de ter um desequilíbrio…” acrescentou o Padre Paulo.

O objetivo da proibição também vem de encontro com a nova lei que aumenta a pena para motorista alcoolizado.

Por Douglas Nunes – Repórter Rádio São João.

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