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PCPR reivindica vacinas e melhores condições de trabalho

PCPR reivindica vacinas e melhores condições de trabalho

Postado em 23 de março de 2021 por

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Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) fez uma paralisação, na tarde desta segunda-feira (22), reivindicando urgência nas vacinas contra a covid-19 para a categoria. Além de ser uma atividade essencial, os policiais estão na linha de frente, sendo que muitos estão se infectando e morrendo.

O investigador Clademir Mazzochin, presidente da Associação dos Funcionários da 5ª Subdivisão Policial (5ª SDP) de Pato Branco, disse que a paralisação é para chamar a atenção do governo do Estado para pedir urgência na vacinação contra a covid-19. “Nós somos uma atividade essencial, estamos na linha de frente e nossos policiais estão morrendo por causa da covid-19. Perdemos mais um investigador segunda-feira na região metropolitana de Curitiba, além de outros perdidos na semana passada. Queremos ser tratados de forma diferente até porque a gente é um serviço essencial que não pode parar. Precisamos que inicie o quanto antes a vacinação para os policiais, assim como foi na H1N1, dando condições para que o pessoal trabalhe tranquilo. A nossa atividade já é de risco e hoje os policiais saem de casa com duas situações, se cuidando da atividade normal e mais a questão da contaminação pelo coronavírus”, afirmou.  Mazzochin informou que foi criada recentemente a União das Forças de Segurança, que envolve também a Polícia Militar, Penal, Polícia Científica entre outros órgãos de segurança e estão tentando sentar na mesa de negociação com o governo do Estado e, além das vacinas, analisar uma série de reivindicações, entre elas, a questão de aumento urgente do efetivo policial, com a conclusão dos concursos em andamento, e a reposição do índice inflacionário, que não recebem desde 2015. “No caso da Polícia Civil, em específico, implantar de uma vez por todas a tabela nível técnico terceiro grau. Nos editais o governo exige para o cargo de investigador e escrivão terceiro grau completo, mas paga salário de ensino médio. É uma reivindicação antiga e o Estado vem empurrando de um governo para o outro. Nós precisamos sentar e resolver de vez essa problemática, porque nossa categoria está muito desmotivada. Na área da 5ª SDP, a defasagem de pessoal é de aproximadamente 70% e a salarial beira os 30%”, completou.

Fonte: Diário do Sudoeste

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